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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

como se dividem as externas

1 - publicação do edital no certame

2 - abertura do período de inscrições

3 - aplicação das provas que podem ocorrer em duas etapas, uma objetiva e outra discursiva, e ocorre geralmente entre 60 e 90 dias após a publicação do edital

4 - divulgação dos gabaritos preliminares pela banca organizadora

5 - abertura do prazo destinado a recursos em relação as questões das provas realizadas

6 - divulgação do gabarito definitivo após analise dos recursos e motivos dos deferimentos e indeferimentos

7 - realização de outras etapas de provas, tais como correção de redação, prova oral, avaliação física/ ou psicológica, investigação social exames médicos

8 -  divulgação de resultados de outras fases

9 - interposição de recursos dessas outras fases

10 - divulgação do resultado final e homologação do concurso

11 - quando for o caso realização do curso de formação profissional, e somente após a divulgação do resultado final e aguardo da homologação

12 - homologação do resultado final

Como se dividem as etapas internas?

São basicamente 5 etapas principais, sendo:
1. Verificação de cargos vagos junto ao setor de pessoal;
2. Solicitação ao órgão superior para autorização do concurso;
3. Autorização do concurso com a devida dotação orçamentária ao órgão de gestão e planejamento;
4. Escolha da Banca Organizadora do concurso (Licitação é a regra);

5. Estabelecimento das regras e preparação do edital do certame.

Quais são as fases do concurso público?

O PROCESSO SELETIVO CERTAME SE DIVIDI EM DUAS FASES, A PRIMEIRA OCORRE INTERNAMENTE, NO MOMENTO EM QUE O ÓRGÃO APÓS CONSULTA NO RH, CONSTATA A QUANTIDADE DE CARGOS, A SEGUNDA FASE É EXTERNA, MOMENTO EM QUE SE TORNA PÚBLICO O PROCESSO SELETIVO, 
POR MEIO DE EDITAL.  

O que é Concurso Público?

O concurso público é um processo seletivo obrigatório para ocupantes de cargos e empregos públicos, nos 
termos da Constituição Federal, art. 37, II: “a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação 
prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do 
cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em 
lei de livre nomeação e exoneração”

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

APRENDA COMO FAZER SEU CRONOGRAMA DE ESTUDO PARA O ENEM

Na semana passada publicamos um artigo com orientações para os estudantes iniciarem a preparação para o Enem 2014. Na oportunidade, citamos que o primeiro passo é adequar o tempo de estudo à sua rotina. Assim, a criação de um cronograma de estudos torna-se fundamental. É exatamente isso que ensinaremos no texto de hoje.
O cronograma funcionará como um roteiro de estudo que deverá ser seguido fielmente. Ele determinará quais dias da semana você irá estudar, quantas horas por dia e quais/quantas disciplinas dentro de um mesmo dia.
Dessa forma, o primeiro passo é elaborar uma tabela (no computador, smartphone, caderno etc.) com os dias da semana e as horas que consegue dispor por dia. Depois disso, defina quantas horas irá, de ato, estudar por dia (recomendamos no mínimo duas horas por dia da semana mais algumas horas em um dos dias do final de semana). Pronto, o esqueleto da sua tabela já está pronto e você terá algo como a imagem abaixo.
O passo seguinte é definir quais disciplinas serão dedicadas em cada dia da semana. Uma boa dica é procurar não estudar mais que duas matérias diferentes por dia, e, de preferência, intercalar matérias de áreas diferentes no mesmo dia. Assim, você evita o cansaço e o estresse de se estudar Matemática e Física na mesma sessão de estudos, por exemplo.
Veja na imagem abaixo um exemplo de cronograma para quatro horas de estudo diárias.
Tenha em mente que a proposta deste artigo não é fornecer uma “receita” pronta de cronograma. Você pode (e deve) adequá-lo a sua realidade, possibilidades e tempo dispoível para estudo. Portanto, os modelos das imagens consistem apenas em exemplos para lhe dar uma noção de como elaborar seu próprio cronograma, o que não significa que deva ficar exatamente igual a eles. Também é fundamental reservar no mínimo uma data no mês para realização de simulados e resolução de provas anteriores (clique aqui para obter as últimas 5 edições do Enem resolvidas).
Sugerimos ainda que leia este artigo para ver outras dicas para iniciar sua preparação para o maior exame do Brasil. Não se esqueça de que este é apenas o primeiro passo de uma longa caminhada para um ótimo resultado no Enem 2014. Você ainda terá que suar muito para chegar lá!

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Técnico já pode ganhar até R$ 12 mil, mas estigma não foi superado

Técnicas de estudo

Grifar é forma de estudo pouco eficiente; confira melhores técnicas
Um estudo realizado por pesquisadores de quatro universidades dos Estados Unidos indica que resumir e grifar textos são técnicas com baixa utilidade para o aprendizado dos estudantes. Das dez práticas avaliadas pelo trabalho científico, outras três compõem a lista com pior avaliação: criação de palavras-chaves, uso de imagens para fixação de conceitos e releitura.
Fazer exercícios práticos e estudar aos poucos ao longo de todo o curso foram apontados como as melhores formas de aprendizagem por beneficiar diretamente alunos de diferentes idades e habilidades.
De acordo com a pesquisa — divulgada pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica do país, o resumo e as marcações nos textos como ferramentas de aprendizagem possuem benefícios limitados. A primeira técnica não é considerada tão eficiente, pois é necessário um treinamento extensivo para seu sucesso. Quanto à segunda prática, foi observado pouco aumento no desempenho dos estudantes.
O uso de perguntas elaboradas, de auto-explicação e de uma prática intercalada de estudo recebeu utilidade moderada dentro dos parâmetros da pesquisa.
Releitura
Parâmetros
O trabalho avaliou os benefícios gerais levando em consideração quatro categorias de comparação:condições de aprendizagem, características do estudante, materiais e critérios das tarefas. As 10 técnicas analisadas foram selecionadas de acordo com a facilidade de utilização e preferência dos estudantes.
  • Condições de aprendizado: inclui aspectos do ambiente de aprendizagem em que a técnica é implementada, sendo o estudo em grupo ou individual.
  • Características dos alunos: incluem variáveis como idade, capacidade e nível de conhecimento prévio.
  • Materiais: variam de conceitos simples para problemas matemáticos até textos científicos complicados.
  • Critério de tarefas: incluem diferentes medidas de resultados que são relevantes para o desempenho do aluno, como os de memória, resolução de problemas e compreensão.
Técnicas de utilidade alta
O teste prático foi considerado uma das técnicas com maior utilidade no processo de aprendizado dos estudantes, uma vez que ele pode ser implementado com um mínimo de treinamento e ainda requer um tempo razoável para sua prática. Além disso, os testes possuem ampla aplicabilidade em relação aos tipos de materiais, idade dos alunos e intervalos de retenção do conteúdo. Os resultados foram apresentados em um estudo divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos
A prática distribuída de estudo também foi apontada como uma das melhores técnica para o aprendizado. Ela consiste na implementação de um cronograma que divide as atividades ao longo do tempo, ou seja, o aluno pode optar por estudar uma matéria por dia, por exemplo. Segundo o estudo, divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos, a técnica funciona com estudantes de diferentes idades e com uma ampla variedade de conteúdos. É de fácil de implementação – embora possa exigir alguma formação – e tem sido utilizada com sucesso numa série de estudos de sala de aula.
Técnicas de utilidade moderada
Com o objetivo de estimular o encontro de uma explicação sobre um conceito ou um fato explícito, a técnica de perguntas elaboradas foi classificada com utilidade moderada. O problema com ela é que alguns estudos mostraram que a prática possui menor eficiência entre os alunos mais jovens (jardim de infância ou primeira série). Outro fator é que o nível do conhecimento prévio interfere em sua utilidade. O conhecimento é um moderador na elaboração das perguntas. Sendo assim, os alunos com baixos níveis de conhecimento podem ter limitações ao utilizá-la. Os resultados foram apresentados em um estudo divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos.
Na técnica da auto-explicação o aluno deve refletir sobre como uma nova informação está relacionada com a informação conhecida ou explicar as medidas tomadas durante a resolução de determinados problemas. A estratégia foi classificada como de utilidade moderada. De acordo com o levantamento, divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos, é necessário um maior trabalho para explorar a extensão em que os efeitos da técnica dependem do conhecimento dos alunos ou nível de habilidade. Embora a maioria das pesquisas mostre que é necessário um mínimo de treino, alguns resultados sugerem que os efeitos podem ser reforçados se os alunos treinados para usar a técnica.
Na prática intercalada o estudante deve utilizar um cronograma de estudo, no qual, pode misturar diferentes tipos de conteúdos dentro de uma sessão de estudo, ou seja, ele não se limita a absorver o conteúdo de uma matéria específica naquele determinado período. No lado positivo, a prática intercalada tem demonstrado ter bons efeitos sobre a aprendizagem dos alunos em relação às habilidades matemáticas, mas não tem os mesmos efeitos com o conteúdo de literatura. O resultado está na pesquisa divulgada recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos.
Técnicas de utilidade baixa
A prática do resumo como ferramenta de estudo foi considerada uma das técnicas com menor utilidade, em comparação com as outras práticas citadas. O estudo, divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos, aponta que ele é uma estratégia eficaz de aprendizagem para os alunos que já estão qualificados na prática do resumo, No entanto, muitos precisam de treinamento extensivo para adotar a técnica adequadamente. Para a técnica ser eficaz é preciso que o resumo tenha qualidade. O fato do aluno não enfatizar os pontos principais de um texto ou incluir uma informação incorreta não beneficia o aprendizado e nem a retenção das informações apresentadas.
Grifar texto foi classificada como técnica de baixa utilidade. De acordo com a tese, na maioria das situações em que a técnica foi aplicada, foi observado pouco aumento no desempenho dos estudantes. Ela pode até ajudar quando os alunos têm o conhecimento necessário para destacar as informações de forma eficaz, mas não é um indicativo de alto nível de utilidade. A marcação no texto chama a atenção do leitor, mas este precisa refletir sobre o significado e como suas peças diferentes se relacionam entre si. Os resultados foram apresentados em um estudo divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos.
A técnica de palavra-chave mnemônica envolve a criação de imagens mentais associadas aos conteúdos apresentados. Apesar de resultados positivos, alguns aspectos implicam limitações em relação à utilidade da prática. Um deles é que o uso da palavra-chave mnemônica pode não resultar em uma retenção durável de conteúdo, ou seja, em longo prazo ela pode não ser tão eficaz dificultando o desempenho dos estudantes. Os resultados foram apresentados em um estudo divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos.
O uso de imagens como técnica de estudo implica na formação de imagens mentais de partes do texto durante a leitura ou escuta. De acordo com o levantamento, a técnica pode ser bastante limitada e não é sólida. Além disso, não há definição consistente em relação à quantidade de treinamento necessária para garantir que os alunos utilizem a técnica corretamente. Os resultados foram apresentados em um estudo divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos.
A releitura de um material após uma primeira leitura não foi considerada uma técnica de estudo eficaz. A relação do nível do conhecimento com os efeitos da técnica ainda é pouco explorada. Além disso, o estudo indica que quase nenhuma pesquisa sobre releitura envolveu alunos mais jovens que estudantes em idade universitária. Há uma insuficiente quantidade de pesquisas que examinaram a extensão em que os efeitos da técnica dependem de outras características do aluno, como o conhecimento ou habilidade. Os resultados foram apresentados em um estudo divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos .
Fonte: Uol Educação

AS MELHORES TECNICAS DE ESTUDO 2014

Técnicas bastante populares no Brasil, como resumir, grifar, utilizar mnemônicos, visualizar imagens para apreensão de textos e reler conteúdos foram classificadas como as de utilidade mais baixa.
Três práticas foram encaradas como de utilidade moderada: interrogação elaborativa, auto-explicação e estudo intercalado.
E as duas que obtiveram o mais alto grau de utilidade na aprendizagem foram as técnicas de teste prático e prática distribuída.
É a ciência desaprovando boa parte do meu método de estudo, muito baseado em resumos, grifos, mnemônicos e mapas mentais. Por outro lado, foi confirmada a impressão que eu tinha de que a realização de exercícios em doses cavalares era extremamente efetiva para o estudo para concursos públicos.
Lembre-se de que o ranking reflete os resultados do estudo, porém cada pessoa tem o seu estilo de estudo e nada está escrito em pedra. Dito isto, falemos agora sobre as dez técnicas, das piores para as melhores.

Grifar (utilidade: baixa)

grifar 595x396 As 10 melhores técnicas de estudo, segundo a ciência
Prepara-se para dar um descanso ao seu grifador amarelo. O estudo aponta que a técnica de apenas grifar partes importantes de um texto é pouco efetiva pelos mesmos motivos pelos quais é tão popular: praticamente não requer esforço.
Ao fazer um grifo, seu cérebro não está organizando, criando ou conectando conhecimentos. Então, grifar só pode ter alguma (pouca) utilidade quando combinada com outras técnicas.

Releitura (utilidade: baixa)

reler 595x396 As 10 melhores técnicas de estudo, segundo a ciência
Reler um conteúdo, em regra, é menos efetivo do que as demais técnicas apresentadas. O estudo, no entanto, mostrou que determinados tipos de leitura (massive rereading) podem ser melhores do que resumos ou grifos, se aplicados no mesmo período de tempo. A dica é reler imediatamente depois de ler, por diversas vezes.

Mnemônicos (utilidade: baixa)

mnemonico 595x446 As 10 melhores técnicas de estudo, segundo a ciência
Segundo o dicionário Houaiss, mnemônico é algo relativo à memória; que serve para desenvolver a memória e facilitar a memorização (diz-se de técnica, exercício etc.); fácil de ser lembrado; de fácil memorização.
Em apostilas e sites de concursos públicos, é muito comum ver o uso de mnemônicos com as primeiras letras ou sílabas, como SoCiDiVaPlu para decorar os fundamentos da República Federativa do Brasil (artigo 1º da Constituição).
O estudo da Psychological Science in the Public Interest mostrou que os mnemônicos só são efetivos quando as palavras-chaves são importantes e quando o material estudado inclui palavras-chaves fáceis de memorizar.
Assuntos que não se adaptam bem a geração de palavras-chaves não conseguiram ser bem aprendidos com o uso de mnemônicos. Então, utilize-os em casos específicos e pouco tempo antes de teste.

Visualização (utilidade: baixa)

mindmap visualizacao 595x464 As 10 melhores técnicas de estudo, segundo a ciência
Os pesquisadores pediram que estudantes imaginassem figuras enquanto liam textos. O resultado positivo foi apenas em relação a memorização de frases. Em relação a textos mais longos, a técnica mostrou-se pouco efetiva.
Surpreendentemente (ao menos para mim), a transformação das imagens mentais em desenhos também não demonstrou aumentar a aprendizagem e ainda trouxe o inconveniente de limitar os benefícios da imaginação.
Isso não invalida completamente o uso de mapas mentais para estudos, já que esses consistem além de desenho a conexão de ideias e conceitos.
De qualquer maneira, o resultado do estudo é que a visualização não é uma técnica efetiva para provas que exijam conhecimentos inferidos de textos.

Resumos (utilidade: baixa)

resumir 595x395 As 10 melhores técnicas de estudo, segundo a ciência
Resumir os pontos mais importantes de um texto com as principais ideias sempre foi uma técnica quase intuitiva de aprendizagem.
O estudo mostrou que os resumos são úteis para provas escritas, mas não para provas objetivas.
Embora tenha sido classificado como de utilidade baixa, a técnica de resumir ainda é mais útil do que grifar e reler textos. O paper diz que a técnica pode ser uma estratégia efetiva para estudantes que já são hábeis em produzir resumos.

Interrogação elaborativa (utilidade: moderada)

perguntar 595x348 As 10 melhores técnicas de estudo, segundo a ciência
A técnica de interrogação elaborativa consiste em criar explicações que justifiquem por que determinados fatos apresentados no texto são verdadeiros.
O estudante devem concentrar-se em perguntas do tipo Por quê? em vez de O quê?.
Seguindo o exemplo que demos pouco antes, em vez de decorar um mnemônico como SoCiDiVaPlu, o ideal seria perguntar-se por que o Brasil adota a dignidade da pessoa humana como fundamento da República? E buscar a resposta na origem do estado democrático de Direito e na adoção do princípio da dignidade da pessoa humana pelas principais democracias ocidentais após a Revolução Francesa.
Note que esse tipo de estudo requer um esforço maior do cérebro, pois concentra-se em compreender as causas de determinado fato, investigando suas origens.
Falando especificamente de concursos públicos, a interrogação elaborativa é um grande diferencial na hora de responder redações e questões discursivas.

Auto-explicação (utilidade: moderada)

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A auto-explicação mostrou-se ser uma técnica útil para aprendizagem de conteúdos mais abstratos. Na prática, trata-se de ler o conteúdo e explicá-lo com suas próprias palavras para você mesmo.
O estudo mostrou que a técnica é mais efetiva se utilizada durante o aprendizado, e não após o estudo.

Estudo intercalado (utilidade: moderada)

estudo intercalado 595x483 As 10 melhores técnicas de estudo, segundo a ciência
O estudo intercalado é o que chamamos de rotação de matérias em posts anteriores.
A pesquisa procurou saber se era mais efetivo estudar tópicos de uma vez ou intercalando diferentes tipos de conteúdos de uma maneira mais aleatória.
Os cientistas concluíram que a intercalação tem utilidade maior em aprendizados envolvendo movimentos físicos e tarefas cognitivas (como ciências exatas).
O principal benefício da intercalação, como já havíamos observado, é fazer com que a pessoa consiga manter-se mais tempo estudando.

Teste prático (utilidade: alta)

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Realizar testes práticos sobre o que você está estudando é uma das duas melhores maneiras de aprendizagem. A pesquisa científica mostrou que realizar testes práticos é até duas vezes mais eficiente do que outras técnicas.
No caso específico de concursos públicos, a recomendação é fazer toneladas de exercícios de provas anteriores. Não apenas do cargo para o qual você está estudando, mas qualquer tipo de questão que encontrar pela frente.
Como já recomendamos anteriormente, a maneira mais fácil de realizar testes é utilizando sistemas específicos para isso, como o site Questões de Concursos.

Prática distribuída (utilidade: alta)

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A prática distribuída consiste em distribuir o estudo ao longo do tempo, em vez de concentrar toda a aprendizagem em um bloco só (a.k.a. na véspera da prova).
Pesquisas mostram que o tempo ótimo de distribuição das sessões de estudo é de 10% a 20% do período que o conteúdo precisa ser lembrado. Por essa conta, se você quer lembrar algo por cinco anos, vocÊ deve espaçar seu aprendizado a cada seis meses. Se quer lembrar por uma semana, deve estudar uma vez por dia.
A prática distribuída também pode ser interpretada como a distribuição do estudo em pequenos períodos ao longo do dia, intervalando com períodos de descanso. Por exemplo, uma hora de manhã, uma hora à tarde e outra hora à noite.
Essa é exatamente a teoria de Tony Schwartz aplicada em técnicas de timebox como a Pomodoro Technique.

Quais as suas técnicas de estudo?

Se você está estudando algo, seja para concursos ou não, deixe suas opiniões sobre a pesquisa na caixa de comentários.
Quais dessas técnicas você utiliza? Você concorda com os resultados? Que outras técnicas de estudo você recomendaria?


por: http://www.projetoprofissoes.com.br/2014/08/as-10-melhores-tecnicas-de-estudo-segundo-a-ciencia/

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Alimentação para vestibulandos

Com tanta coisa pra estudar, aprender, ler e reler quem está em ano de vestibular às vezes esquece até de comer direito. E como “saco vazio não pára em pé”, sem comida nada funciona em nosso organismo, principalmente a cabeça, certo? Só que se entupindo de fast food, salgadinhos, doces e refrigerantes você só detona o seu organismo e atrapalha seu rendimento mental (já que este depende de um bom funcionamento do corpo). Então, é preciso aprender a comer direito. E isso não vale só para a véspera da prova de vestibular, é essencial que os vestibulandos adotem uma dieta alimentar saudável que, com certeza, só irá contribuir para aproveitar melhor o dia, ter mais disposição e evitar doenças.

Mudança de hábitos
Mudando alguns hábitos alimentares é possível melhorar o desempenho escolar, aumentar a disposição e a concentração, além de aproveitar os benefícios adquiridos pela ingestão de alimentos ricos em nutrientes e vitaminas (como uma boa memória, sono tranqüilo e aumento da imunidade).
Não é preciso que você mude toda a sua rotina alimentar de um dia para o outro (seu organismo tem de ser acostumado aos poucos), mas veja algumas ações que você pode, aos poucos, adotar como hábitos:
- Faça pelo menos cinco refeições por dia (comer de 3 em 3 horas intercalando as refeições principais com frutas ou lanches leves);
- Beba bastante líquido. No mínimo 1,5 litro ou 8 copos de água, suco de frutas ou água de côco por dia, para manter o organismo hidratado;
- Evite o consumo excessivo de café, mate e guaraná natural, ricos em cafeína (principalmente os mais ansiosos). Beba, no máximo, 4 xícaras pequenas de café por dia;
- Cuidado para não se viciar em produtos estimulantes e energéticos (muitos bebem para atravessar a noite estudando), pois eles prejudicam o organismo e pioram o quadro de ansiedade;
- A má alimentação não fornece energia necessária para a maratona de estudos e pode baixar o sistema imunológico deixando o estudante suscetível a doenças ocasionais como gripes e resfriados;
- Mantenha um espaço curto entre as refeições para evitar a hiperglicemia baixa (queda na taxa de glicose) que pode causar tontura, suor frio e raciocínio lento. Evite longos períodos de jejum.
- Melhor fonte de energia é o carboidrato, presente em grande quantidade em massas e pães, ele é o principal combustível para o cérebro, mantendo a força física e mental do organismo.
- Complexo B presente em produtos integrais e cereais também é um ótimo estimulante para o cérebro (barrinhas de cereais e granola).
- Minerais e ácidos graxos presentes em nozes, castanhas, atum e salmão ajudam a manter a memória e a concentração saudáveis.
- As frutas, que possuem em abundância vitaminas e minerais, ajudam a manter a força física e mental.
Alimentação saudável

A alimentação saudável é indispensável principalmente na véspera e no dia da realização de uma prova de vestibular. É importante que seu organismo não receba nada que o force ou o agrida, pois este será um dia de muita ansiedade, o que já o deixará prejudicado. Portanto, confira abaixo algumas sugestões e dicas para esse dia tão importante:

Para o dia da prova:
Café da manhã completo:
- Vitaminas e minerais: frutas
- Fibras: porção de cereais
- Carboidratos: fatia de pão ou biscoito
- Proteínas: leite, iogurte ou queijo.
Almoço:
- Evite alimentos que não está acostumado a ingerir (não queira comer pela primeira vez um acarajé baiano na véspera da prova!);
- Evite refeições grandes e pesadas com alta concentração de proteínas como uma feijoada, bife à milanesa ou alimentos à base de creme de leite;
- Alimentos com alto teor de proteína e gordura devem ser evitados, pois levam maior tempo no processo de digestão, provocando sonolência.

É aconselhável levar algum alimento e líquido consigo no dia da prova. Mas não é qualquer alimento. Veja o que é mais indicado:

Prefira:
- Frutas, barras de cereais, água ou água-de-coco;
- Chocolate em pequena quantidade (diminui a ansiedade, fornece uma sensação de tranqüilidade, energia e disposição).

Evite: 
- Balas, salgadinhos e refrigerantes, pois aumentam o apetite e provocam perda de concentração.

Atitudes simples podem ser tomadas para mudar hábitos que só prejudicam a saúde e o desempenho de quem vai encarar uma maratona de estudos. Prepare-se bem para o vestibular e isso inclui também alimentar-se bem e, assim, estar um passo à frente de muita gente.

A importância da atividade física

Ano de vestibular é assim: as atenções devem estar pura e simplesmente voltadas para os estudos. Nada além disso. Então, tirar um tempo para jogar uma bolinha com os amigos ou então dar uma pulo na academia com as garotas está fora de questão, certo? Errado!
Caso você se enquadre no rol dos que pensam assim, muito cuidado. Não seria preciso nem citar aqui os problemas que o sedentarismo pode acarretar, já que vestibulando deveria estar “careca” de saber. Mas não custa nada repetir: obesidade, hipertensão, diabetes, problemas de coração, entre tantos outros. Então está na hora de reorganizar o seu dia e garantir um bom futuro, com uma vaga na universidade e uma vida mais saudável.
Fazer exercícios físicos regularmente pode ajudar e muito na hora de fixar o conteúdo. “Existem estudos que mostram que quem pratica atividade física tem uma capacidade maior de memória, reflexos mais apurados e maior concentração. Isso se deve ao fato de ter que aprender novas habilidades físicas, desenvolver essas capacidades”, alerta o professor de Educação Física, Márcio Atalla, formado pela Universidade de São Paulo (USP).
Além disso, eles ajudam e muito a diminuir os níveis de estresse, comuns em quem está sob influência de períodos de grande tensão, como é o caso do pré-vestibular. Atalla esclarece que ao praticar exercícios aeróbios (caminhar, correr, nadar, entre outros), com intensidade de leve a moderada, o corpo libera uma substância conhecida como beta-endorfina, que proporciona sensações de bem-estar e prazer.
Mudou de opinião né? A Organização Mundial de Saúde recomenda guardar pelos menos 30 minutos em cada cinco dias da semana para fazer exercícios físicos. Por isso, o primeiro passo é organizar seus horários para que a nova atividade não interfira negativamente no desempenho de seus estudos. Com jeitinho, você conseguirá fazer bem as duas coisas e manter sua saúde.
O ideal é buscar alguma forma de atividade que você gosta e lhe dá prazer. Nada de procurar algo entediante, afinal, o resultado pode ser justamente o contrário. “Os jogos coletivos são interessantes para os vestibulandos, pois desenvolvem bastante o lado cognitivo e social, além, é claro, do físico”, ressalta o professor. Caminhar ou pedalar no parque é também uma boa alternativa, afinal, mudar do ambiente fechado e abafado das salas de aulas e cursinho para o contato com a natureza ajuda a “esfriar a cabeça”.
Se você é daqueles que preferem a movimentação das academias, é indispensável fazer também exercícios prazerosos e alternar ergometria (esteira, bicicleta, etc.) com os de musculação (levantamento de peso). E nada de ficar se matando na busca por um corpo perfeito, já que a procura por atividades físicas durante a maratona pré-vestibular está relacionada à saúde e não à beleza. Escolha ainda um local perto de casa e, de preferência, onde conheça alguém, pois assim a chance de desistir é menor. Que tal chamar um amigo então?
Para quem está no ensino médio, o ideal é não deixar de lado as aulas de Educação Física oferecidas na escola. Por mais que sejam recreativas, elas ajudam a manter o bom condicionamento físico. “Além disso, essas aulas devem servir para conscientizar da importância da atividade física por toda a vida”, finaliza Atalla.

GUIA DO ESTUDANTE - 1 DICAS


Estudar para alguns é um prazer, para outros, uma dificuldade. Para ajudar a estes dois grupos, abrimos uma seção para mostrar que o ato de estudar pode ser mais fácil para ambos.

Saber utilizar bem o espaço de estudo, ter cuidado ao fazer a redação, estudar diariamente e estudar em grupo: tudo isso pode ser uma mão na roda para quem precisa de um “empurrãozinho” nas notas. Além disso, a alimentação e as boas horas de sono são fundamentais para manter seu nível de concentração. Há também dicas para manter-se saudável e exercitar ou preservar a memória, fundamental para quem está se preparando para o vestibular.

Aqui você encontra não só uma ajuda para quem quer entrar numa boa universidade, mas também para quem já está na faculdade e ainda tem algumas dúvidas.

Algumas formas de se preparar para o vestibular
A resposta para essa pergunta não é fácil. Isto porque como dizia a sua avó: “cada caso é um caso”. Definitivamente não há uma resposta que seja válida para todos, já que existem perfis diferentes com dificuldades diferentes.

Existem aqueles que se dão bem estudando sozinhos e aqueles que precisam de um empurrãozinho para não se perderem no conteúdo. Para decidir se vale a pena ou não investir seu tempo e seu dinheiro em um curso preparatório para vestibular, dê uma olhada em cada um dos links abaixo para ver qual perfil é mais parecido com o seu.
 "Com ou sem cursinho?"

  • O QUE FAZER E O QUE NÃO FAZER NA HORA "H"
  • Enquanto uns se beneficiam com as férias, outros se descabelam por conta da chegada das provas do vestibular. Não tinha como ser diferente: o momento é de tensão mesmo. Você se preparou durante toda a sua vida escolar para essa hora, a hora de demonstrar seus conhecimentos sobre as áreas de biológicas, exatas e humanas. Agora que o ritmo está apertando ainda mais, veja algumas dicas de como se portar no dia da prova.

    Primeiro: nada de ficar estudando até altas horas do dia anterior à prova. No máximo, uma recapitulada aqui, outra acolá... Sua mente deve estar descansada para poder encarar as 4, 5 ou 6 horas de prova do dia seguinte, resolvendo exercícios e criando textos.

    Assim como já explicamos no site, a alimentação é super importante, tanto antes quanto na hora da prova. A sua disposição para realizar um exame extenso está bastante ligada àquilo que você comeu. Por exemplo, depois de comer uma baita feijoada não dá uma preguiça, parecendo que todas as suas forças se concentraram no estômago? Pois é. É verdade. O sangue circula mais ativamente nesta área e o cérebro fica em desvantagem. Essa é a razão pela qual é essencial escolher alimentos mais leves, como frutas, legumes e verduras, que alimentam e mantém o cérebro ativo.

    Durante a realização das provas é normal comer um doce, mascar chicletes e chupar balas. Tudo bem, desde que também não seja em excesso. Já pensou uma dor de barriga no meio da prova? Vai ser difícil conseguir resolver todas as questões se você estiver pensando em qual será a próxima ida ao banheiro.

    Por falar em banheiro, atente-se: não se levante da carteira por nenhuma razão enquanto estiver fazendo o exame. Se você precisar sair para tomar água ou ir ao banheiro, levante a mão e espere até o fiscal de sala se aproximar. Aguarde que ele autorize a sua ida, pois antes disso é preciso chamar um “fiscal de corredor”, que acompanhará você até o seu destino e depois de volta à sala.

    Outra situação comum é os candidatos do vestibular acharem que não precisam ler o edital que rege o processo seletivo. Errado, muito errado. O edital é extremamente importante, tanto para o candidato quanto para a instituição. É lá que estão “as regras do jogo”, ou seja, o que pode e o que não pode fazer, o que pode ser levado no dia da prova, como proceder se houver discordância em relação ao gabarito e muitas, muitas outras informações. 

    Um exemplo comum é os candidatos chegarem aos locais de prova portando lapiseira, sendo que em muitos vestibulares a instrução é para levarem um lápis preto. A maioria dos vestibulares também não permite a entrada dos candidatos portando qualquer tipo de aparelho eletrônico, principalmente o celular. O ideal é deixá-lo em casa e combinar uma outra maneira de ser apanhado pelo pai como, por exemplo, marcar um determinado local e hora para se encontrarem.

    Aqui vai um depoimento: como fiscal de vestibular, já vi muita gente perdendo a prova por não conseguir acessar o local portando celular e não ter com quem deixá-lo. E outro fato ainda mais bizarro: um candidato que conseguiu entrar na sala portando o celular e esqueceu de desligá-lo. No meio da prova, o telefone tocou, o coordenador do vestibular foi chamado e ele, desclassificado do processo seletivo. Resumindo: “esqueça” o tal aparelho em casa!

    Pra não ter perigo, o ideal é levar o básico: o documento original de identidade, o cartão de confirmação de inscrição, um lápis preto, uma borracha branca, um apontador simples, duas canetas de corpo transparente e tinta preta (no caso de uma delas falhar), um lanchinho pra enganar a fome durante a prova e uma garrafa d’água para não ter que sair da sala a toda hora. 

    Fiquem atentos a todas as orientações dos fiscais e aos avisos normalmente fixados na parede: eles são importantes e devem ser seguidos. No mais, é com você. Tente relaxar, concentre-se e faça o seu melhor, sempre observando o tempo (o esquema é aquele: resolver as questões fáceis primeiro para depois encarar as mais difíceis). Depois é só conferir a lista de aprovados e correr para o 


terça-feira, 2 de setembro de 2014

O que estudar para o ENEM 2014: um guia para a reta final



O que estudar para o ENEM 2014: um guia para a reta final


o que estudar para o Enem 2014Você se lembra de quando ainda esperávamos pela Copa do Mundo e a prova do ENEM parecia tão longe? O tempo passou, a Copa acabou e o ENEM está muito próximo! Para ajudar você a revisar o conteúdo nessa reta final, preparamos um guia sobre o que estudar para o ENEM 2014.
Venha conosco rever o que pode ter ficado para trás – ou o que ainda virá pela frente.

O que estudar para o ENEM 2014

Antes de mais nada, é sempre válido falar um pouco sobre a fórmula do ENEM. Diferentemente da maioria dos vestibulares, a prova do ENEM enfatiza muito a interpretação dos enunciados. Apenas a boa leitura não te dará a  resposta, mas é metade do caminho.
o que estudar para o enem 2014Há um erro comum quando se fala sobre o ENEM. Muitos defendem que não é preciso estudar materiais didáticos e que basta ler sobre atualidades. Não acredite nisso! Temas atuais realmente são muito cobrados mas, no fim, tudo  passa pelas fórmulas de Matemática, termos de Biologia e datas de História, só para citar alguns.
Então, lembre-se: estar conectado com o que acontece no mundo é importante, mas não se limite a isso. O resultado positivo que você busca virá como consequência de como você usa essas informações para resolver os problemas das Áreas de Conhecimento, que é o que explicaremos a seguir.

Áreas de conhecimento

O ENEM não se divide apenas em Exatas, Humanas e Biológicas. A fórmula do exame passa por uma divisão de todas as matérias em 4 Áreas de Conhecimento:
  • Ciências Humanas e suas Tecnologias: História, Geografia, Filosofia e Sociologia;
  • Ciências da Natureza e suas Tecnologias: Química, Física e Biologia;
  • Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Redação: Língua Portuguesa, Literatura, Língua Estrangeira (Inglês ou Espanhol), Artes, Educação Física e Tecnologias da Informação e Comunicação;
  • Matemática e suas Tecnologias: Matemática
Cuidado com o sistema anti-chute
Você terminou o segundo dia da prova, chegou em casa e conferiu o gabarito. Acertou 140 perguntas das 180. Seria essa sua nota final? A resposta é: não. E não estamos falando apenas da redação, que obviamente não é corrigida na hora. Estamos falando do sistema de cálculo das notas do ENEM, conhecido como TRI (Teoria de Resposta ao Item).
Basicamente, o sistema funciona dando mais valor às perguntas com menor índice de acerto. Quanto mais candidatos acertam a mesma questão, menor o peso dela no resultado final. Dessa forma, dois candidatos que acertaram a mesma quantidade de respostas podem ter notas diferentes.
O valor de cada pergunta é definido através de um cálculo, como explica o Guia do Estudante. Tenha em mente que, se você acertar 5 perguntas consideradas fáceis pelo sistema, provavelmente terá uma nota maior do que quem acercar 4 perguntas difíceis, errando todas as fáceis. Isso seria interpretado como “chute” e o sistema TRI irá penalizar a nota. Soa injusto, mas é como funciona, então tenha isso em mente.

Cuidado para não zerar na Redação

Já explicamos a você o que estudar para o ENEM 2014. Mas apenas citamos o que se refere às perguntas de múltipla escolha. Ainda falta uma etapa: a Redação!
A Redação é avaliada de maneira tradicional, sendo julgados o domínio do candidato sobre as normas cultas da Língua Portuguesa, coerência,  resposta e desenvolvimento do tema proposto.
Alguns erros podem fazer você zerar a Redação, o que certamente irá derrubar muito sua nota final. Esse post do Brasil Escola explica com bastante clareza o que você precisa evitar a todo custo para não perder cerca de 20% de sua nota final.
Ficou preocupado? Não há motivos. Veja nosso guia sobre Redação para o ENEM com dicas para você garantir uma boa nota nessa etapa.

Simule a prova, veja seu desempenho, melhore

Um dos maiores adversários dos estudantes, seja em provas na escola, em vestibulares ou no ENEM, é a pressão psicológica que é imposta pelos professores, pais ou pelo próprio aluno. Claro que em uma prova como o ENEM há muito em jogo. Mas o primeiro passo na longa caminhada para o sucesso é se convencer de que você atingirá seu objetivo e, se isso não acontecer, sempre haverá uma outra oportunidade.
Nesse processo de autoconfiança, um excelente aliado são os Simulados. Atingir boa pontuação em um simulado, praticando com questões de provas passadas e entendendo como funciona o exame, irá lhe ajudar na luta contra o vilão da ansiedade.
Em ExamTime você encontra diversos Simulados como o exemplo abaixo sobre os mais variados assuntos (além de muitos outros recursos sobre o ENEM) que podem ser seu aliado na hora de revisar a matéria.

Você pode encontrar outros Simulados ou criar seu próprio simulado personalizado, gratuitamente, naplataforma ExamTime. Você ainda pode criar seus outros recursos de estudo ou sugerir a seus professores que criem desafios com questões cobradas na prova do ENEM.
Envie essa página para seus professores e faça do ato de estudar em casa uma tarefa mais dinâmica, divertida e eficaz.