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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

como se dividem as externas

1 - publicação do edital no certame

2 - abertura do período de inscrições

3 - aplicação das provas que podem ocorrer em duas etapas, uma objetiva e outra discursiva, e ocorre geralmente entre 60 e 90 dias após a publicação do edital

4 - divulgação dos gabaritos preliminares pela banca organizadora

5 - abertura do prazo destinado a recursos em relação as questões das provas realizadas

6 - divulgação do gabarito definitivo após analise dos recursos e motivos dos deferimentos e indeferimentos

7 - realização de outras etapas de provas, tais como correção de redação, prova oral, avaliação física/ ou psicológica, investigação social exames médicos

8 -  divulgação de resultados de outras fases

9 - interposição de recursos dessas outras fases

10 - divulgação do resultado final e homologação do concurso

11 - quando for o caso realização do curso de formação profissional, e somente após a divulgação do resultado final e aguardo da homologação

12 - homologação do resultado final

Como se dividem as etapas internas?

São basicamente 5 etapas principais, sendo:
1. Verificação de cargos vagos junto ao setor de pessoal;
2. Solicitação ao órgão superior para autorização do concurso;
3. Autorização do concurso com a devida dotação orçamentária ao órgão de gestão e planejamento;
4. Escolha da Banca Organizadora do concurso (Licitação é a regra);

5. Estabelecimento das regras e preparação do edital do certame.

Quais são as fases do concurso público?

O PROCESSO SELETIVO CERTAME SE DIVIDI EM DUAS FASES, A PRIMEIRA OCORRE INTERNAMENTE, NO MOMENTO EM QUE O ÓRGÃO APÓS CONSULTA NO RH, CONSTATA A QUANTIDADE DE CARGOS, A SEGUNDA FASE É EXTERNA, MOMENTO EM QUE SE TORNA PÚBLICO O PROCESSO SELETIVO, 
POR MEIO DE EDITAL.  

O que é Concurso Público?

O concurso público é um processo seletivo obrigatório para ocupantes de cargos e empregos públicos, nos 
termos da Constituição Federal, art. 37, II: “a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação 
prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do 
cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em 
lei de livre nomeação e exoneração”

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Como não tirar zero na redação do Enem

Estamos, há dez semanas, escrevendo textos que auxiliem e orientem os candidatos ao ENEM a tirarem boas notas na prova de redação tendo em mente que esta parte equivale à metade da nota de todo o exame e, assim sendo, fundamental para o ingresso à universidade desejada através dos programas do governo federal e das instituições que usam o ENEM como seleção de suas vagas; tendo em vista que, tirando textos que abordam, exclusivamente, a grade de correção da redação do ENEM, podemos ajudar aquelas pessoas que prestarão outros exames que também têm, em suas provas de produção textual o tipo dissertativo – argumentativo como FUVEST, VUNESP etc e almejando que todos os candidatos tomem consciência de que escrever proficientemente não serve somente para situações de seleção como vestibulares, exames como o ENEM e concursos públicos, mas sim e majoritariamente para a vida não só acadêmica e profissional, mas inclusive para a social, já que a linguagem permeia todas as nossas relações sociais, pois somos seres que não existimos sem o outro, já que não há língua e linguagem sem o outro, sem aquele que irá nos ouvir, ler o que escrevemos e responder ativamente a tudo isso, pois a compreensão é uma atividade dialógica.
No entanto, hoje, resolvemos abordar com um pouco mais de profundidade o outro lado da moeda da nota: a nota ruim, baixa e a nota zero, pois os candidatos têm, como obrigação não tirá-las; é o mínimo que se espera.
Recentemente chegaram às mídias escritas e virtuais (portais de notícias na internet) e o INFOENEM comentou, inclusive, redações que tiveram notas medianas (na faixa dos 500 pontos, já que a grade de correção do ENEM pontua de 0 a 1000 pontos) com conteúdos que não merecem estas notas, pois uma continha, no meio do texto, uma receita de macarrão instatâneo e outra, do mesmo modo, o hino de um time de futebol paulista. Todos ficaram estarrecidos com isso, criticaram a correção das redações do exame e o Ministro da Educação, o senhor Aloizio Mercadante, reiterou que o processo é sério, que os corretores são professores ligados às principais universadidades do país e afirmou que haverá mais rigor na seleção destes (vários até já foram excluídos do processo já em meados de abril para o ENEM 2013) e nos critérios da correção em si.
Porém, no Guia do Participante, documento publicado pelo MEC (Ministério da Educação) em setembro do ano passado e disponível para todos em seu site, na página 9, há a relação de razões que justificam uma nota zero e, a última delas é a presença de “impropérios, desenhos ou outras formas propositais de anulação” (MEC, 2012, p.9). A palavra “impropério” significa ofensa, ultraje, insulto, o que talvez não foi o caso das redações mencionadas, já que os candidatos não insultaram ninguém (nem o time cujo hino está no texto), mas as “outras formas propositais de anulação” dão margem para este tipo de quebra semântica, pois estes casos são exemplos de graves e sérias quebras semânticas (sentido) que, a nossa ver, foram propositais e não tentativas de surpreender o leitor como alguns candidatos fazem (o que será tema de outra postagem, já que ser criativo demais, em exames como o ENEM, pode ser prejudicial se não for feito com cuidado) e acabam “errando a mão” e quebrando toda a cadeia de relações e argumentos do seu texto, prejudicando-o semanticamente. Portanto, estes exemplo se encaixariam neste critério de anulação e, assim sendo, um dos modos de não se obter uma nota zero é não quebrar semanticamente a redação.
Outro critério de nota zero é a fuga total do tema, sobre o qual já falamos em outras postagens e, para isso não acontecer é fundamental que o candidato leia e compreenda corretamente a proposta de redação e a sua respectiva coletânea, já que uma prova de produção textual também avalia a leitura que o candidato fez do enunciado. Este é o primeiro passo para se distanciar do zero e almejar notas maiores e competitivas: ler e compreender adequadamente a proposta de redação e atender ao tema pedido; não precisa nem ser muito criativo, basta ater-se ao tema e não sair dele.
Outra questão que leva ao zero é o não cumprimento do texto dissertativo-argumentativo, isto é, ao invés de redigir este tipo de texto é escrever outro, como uma carta, uma narrativa, uma descrição generalizada, ou seja, no texto todo, já que falamos em um dos primeiros textos que pode-se começar, por exemplo, uma dissertação – argumentativa com uma narração. Por isso o candidato deve ter em mente toda a estrutura de um texto deste tipo, além de colocar a proposta de intervenção social que é um critério específico do ENEM.
Textos com até sete linhas e em branco também são anulados, já que é humanamente impossível escrever um texto como falamos aqui em sete linhas e, o em branco, mesmo que o candidato tenha escrito o rascunho, se na folha definitiva não há texto não há correção, pois o corretor deve considerar, apenas, o que está na folha definitiva de redação, já que há uma específica para o rascunho. Além disso, a redação deve ser escrita na folha defintiva à caneta para garantir sua correção, já que há vestibulares que consideram anuladas redações escritas à lápis.
Sobre copiar a coletânea, no ENEM, para efeito de correção e contagem de linhas escritas, a cópia dos textos chamados de motivadores ou ainda de questões objetivas acarretará na desconsideração do número de linhas copiadas, então, cuidado! É ideal, também, evitar ultrapassar o número de linhas disponíveis e escrever com letra legível para não prejudicar a correção do texto. O Guia do Participante afirma que o título é opcional, mas o consideramos fundamental na construção de uma dissertação – argumentativa.
Até a próxima semana!

Como fazer a conclusão do seu texto na redação do Enem

A conclusão de um texto, seja qual for seu tipo ou gênero, é parte importantíssima do processo de escrita, já que tudo o que escrevemos anteriormente culminará no fecho e, ao chegar nele, o leitor deverá ter compreendido totalmente o que o autor quis dizer (tema abordado, tese, argumentos, estratégias argumentativas, intenções, objetivos, apreciações de valor etc).
A redação do Enem, neste aspecto, possui uma característica específica: uma proposta de intervenção social como um critério de correção. O texto todo deve estar em concordância com a sugestão de solução que o candidato deve apresentar e, portanto, a conclusão da dissertação-argumentativa da prova de redação do Enem é diferente das demais, pois é algo exigido e não apenas uma opção.
Ao dissertarmos, devemos encadear os nossos argumentos e buscar, fundamentalmente, coerência e coesão a fim de atingirmos a conclusão – o parágrafo final do texto – na qual devemos complementar e finalizar a tese que estamos defendendo, o que no caso do Enem deve ser feito por meio da proposta de intervenção social. Assim, a conclusão tem como objetivo não somente fechar o texto, mas fazê-lo dando unidade ao mesmo, fazendo com que o leitor pense que aquilo que leu está completo.
Os manuais mais tradicionais de redação sugerem duas maneiras de se concluir uma dissertação-argumentativa clássica: retomar a tese posta na introdução ou sintetizar, no fecho, os argumentos. Porém, há mais dois outros modos, sobre os quais falaremos adiante. Explicaremos, abaixo, estes quatro tipos de conclusão, mas já adiantamos que não podemos dar exemplos individuais, pois para isso necessitamos de textos integrais.
  1. Síntese da Argumentação 
    Basta, na conclusão, condensar os argumentos principais elencados no desenvolvimento da dissertação-argumentativa. No entanto, é preciso cuidado, pois se não for bem feito, culminará em um texto repetitivo. No caso do Enem, é possível resumir os argumentos e já emendá-los com a proposta de intervenção social, colocando esta como finalidade para se atingir os argumentos.
  1. Voltar à tese e sintetizá-la
    Neste modo, a conclusão atua como um reforço da ideia inicial (tese) que foi desenvolvida e, novamente, o cuidado para não ser prolixo deve ser tomado. No Enem, especificamente, como normalmente os temas são questões e/ou problemas de cunho social, a tese é uma opinião sobre ele e a proposta de intervenção social uma solução para o mesmo e essa relação pode ser posta no fecho do texto.
  1. Proposta de Intervenção Social
    A conclusão pode girar em torno, apenas, das soluções para os problemas que foram abordados ao longo de toda a dissertação-argumentativa, desde que eles sejam viáveis, como já falamos tantas outras vezes. No Enem, isso é obrigação; nos demais, uma boa opção.
  1. Interrogar ou apresentar algo novo
    O objetivo maior do texto pode ser fazer com que o leitor reflita criticamente acerca do tema abordado e, para tanto, na conclusão, pode ser apresentado algo novo ou haver questionamentos que façam com que haja reflexão.
Obviamente há outros modos de se encerrar uma redação e nós, como autores de nossos textos, temos liberdade para concluirmos nossos pensamentos; apenas devemos pensar em como o leitor receberá e compreenderá, ao todo, o que dissemos. Abaixo, um exemplo de redação nota 1000 do Enem 2013, cujo tema da prova de produção textual foi os efeitos da implementação da Lei Seca no Brasil.
camila
  Nesta redação, as propostas de intervenção social estão no penúltimo parágrafo da dissertação-argumentativa e a conclusão retoma o título e o segundo parágrafo (os quais estão relacionados entre si, já que o título refere-se a um conceito de Hobbes) que, por sua vez, corrobora a tese da candidata. Portanto, em seu fecho, esta candidata volta ao título, à tese e ao seu argumento principal sem ser prolixa e de uma maneira forte, com personalidade.

Redação do Enem 2014: O que Fazer na Reta Final?

Nos dias 8 e 9 de novembro acontecerá a 17ª edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e a ansiedade dos candidatos em relação aos estudos e em relação aos dias de aplicação propriamente ditos tende a aumentar com a proximidade da data do exame.
É o momento de colocar em ordem, definitivamente, os conteúdos de todas as disciplinas e de começar a última etapa de preparação: a revisão. Nesta fase, a preocupação deve estar voltada aos tópicos que, ao longo de todo este ano, foram os mais difíceis ou aqueles que foram deixados de lado, já que sabemos que muitos candidatos esforçam-se mais em determinadas matérias, sejam aquelas com as quais têm empatia e facilidade, sejam aquelas com as quais têm mais dificuldades.
Ao longo dos estudos, é de fundamental importância que você tenha organizado os conteúdos, tópicos e temas de propostas de redação de modo a planejar a sua revisão; é essencial ter anotado aquilo que deseja rever para que este momento seja o mais bem planejado e executado possível, já que o tempo é curto nesta época do ano, com a proximidade dos vestibulares e do Enem.
Em relação à redação, especificamente, uma pesquisa pelo nosso portal em busca das nossas sugestões de temaspara a proposta de produção escrita do Enem é muito válida, pois pode haver algum tema com o qual você ainda não tenha muita familiaridade e, consequentemente, uma opinião formada, além dos argumentos. Manter-se atualizado e atualizar-se acerca de determinados temas é essencial.
Reveja também as cinco competências avaliadas pelos corretores do Enem a fim de guardar com mais precisão estas informações. O esperado é que, ao longo do ano, você tenha escrito as redações do estilo Enem já pensando nestas cinco competências, já que todos os candidatos serão avaliados segundo estes critérios. Não deixe de reler nossas publicações sobre cada uma delas.
É importante não deixar de escrever, no mínimo, uma redação por semana atentando-se para os aspectos que você ainda não domina em relação a dissertação-argumentativa, o tipo textual exigido no Enem. Releia as propostas de redação escritas por você e as correções de seu professor e analise o seu percurso como autor e reflita sobre o que deve ser revisado.
A fim de se acostumar com o estilo de proposta de redação do Enem para não ser pego de surpresa no dia 9 de novembro, a revisão é a etapa ideal para você (re)fazer as propostas de redação dos Enems anteriores. Obviamente é preciso correr para fazer todas, mas escrever as mais recentes, planejando sua rotina, ajudará e muito na preparação para a prova. Além disso, nossos textos acerca destas propostas anteriores podem auxiliá-lo nesta tarefa.
Ainda pensando na escrita de redações, a revisão é o momento no qual podemos intensificar os simulados, isto é, a realização das provas (na escola e/ou em casa) simulando o dia de aplicação, ou seja, controlando o tempo. Nesta simulação você pode ver como se comporta e controla o tempo, o nervosismo e a ansiedade no dia do exame para que, caso algo precise ser feito, haja tempo para isso.
Esperamos que estas dicas sejam de grande valia nesta reta final de estudos!
Até a próxima semana!

95 transexuais usarão nome social no Enem 2014

De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão responsável pela organização do Exame Nacional do Ensino Médio, 95 candidatos e candidatas transexuais prestarão o Enem 2014 utilizando o nome social.
Para usufruir do direito, estes participantes tiveram que entrar em contato com o instituto para fazer a solicitação. Todos os 95 inscritos no exame que fizeram o pedido receberam um formulário (imagem abaixo) que oferecia, entre outras opções, a designação em sala de aula conforme a ordem alfabética do nome social, o tratamento dado pelos fiscais e a escolha de utilização de banheiro masculino ou feminino.
Imagem: Reprodução / Inep.
Inédita desde a primeira edição do Enem, em 1998, a medida foi tomada após candidatos e candidatas transexuais que prestaram edições anteriores se queixarem de situações de constrangimento no exame, especialmente por não se identificarem com o nome e foto que constam nos documentos oficiais obrigatórios.
Conforme esclareceu o Inep, o nome social destes participantes constará no cartão de confirmação de inscrição. Mesmo assim, por questões de segurança, a identificação será realizada pelo CPF, informado no momento da inscrição no sistema online do Enem.
Embora comemorada pelo movimento LGBT, muitos candidatos e candidatos ressaltam que tal mudança na política do instituto ainda possibilita brechas para constrangimentos, uma vez que podem ser chamados pelo nome de registro que consta no documento oficial.
De qualquer forma, a possibilidade de realizar a prova utilizando o nome social foi um passo importante dado pelo Inep.
Você concorda com a medida? Deixe sua opinião nos comentários.
Fonte: G1 Educação

FAAP adota Enem e abre inscrições para o Vestibular 2015

Na última terça-feira, 16 de setembro, a Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) abriu o prazo de inscrições para o vestibular 2015. O período segue até o dia 12 de novembro e traz uma novidade, a possibilidade de ingresso através das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Seguindo o mesmo modelo que muitas universidades públicas vêm adotando, a FAAP preencherá as vagas de seu próximo processo seletivo de duas formas, onforme especificado abaixo.
  • Notas do Enem: Nessa opção o candidato concorrerá exclusivamente através de suas notas no Enem 2014 e não realizará a prova da FAAP. A taxa de inscrição para esta modalidade de concorrência é de 25 reais.
  • Vestibular Tradicional: O candidato que escolher esta forma de ingresso realizará a prova da instituição, que será aplicada no dia 16 de novembro, das 9h às 13h, nos campi de São Paulo, Ribeirão Preto e São José dos Campos. O valor da inscrição via vestibular é de R$ 170,00.
A FAAP esclarece que os interessados poderão realizar inscrição em ambos os processos, ou seja, no Vestibular Tradicional e no Processo Seletivo Enem, mas a inscrição em um, não garante a inscrição no outro, sendo necessário o pagamento das duas taxas.
A inscrição pode ser realizada de três formas diferentes: pela internet, diretamente no site da instituição; pelo telefone (11) 3662-7208; ou pessoalmente, no campus de São Paulo – Rua Alagoas, 903 – Higienópolis / SP – de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 19h00.
Vale ressaltar que os interessados também podem solicitar, até o dia 12 de novembro, a bolsa apoio, que pode conceder descontos em percentuais da mensalidade. O formulário de requerimento e a relação de documentos necessários estão disponíveis na Central de Bolsas FAAP – Rua Alagoas, 903 – Prédio 5 – 1º andar ou pelo e-mailcentral.bolsa@faap.br.